Psicopedagogas em ação
Sua atitude faz a diferença ... O fazer psicopedagógico faz a diferença no desenvolver de Empresas, Instituições de Ensino e de Hospitais, através de palestras com o uso de slides, textos e dinâmicas, de acordo com sua exigência e necessidade. Para que haja um melhor desempenho dos seus funcionários em suas respectivas funções.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
SERVIÇOS OFERTADOS
De acordo com sua necessidade, exigência e/ou dificuldade. Elaboramos e executamos palestras e projetos.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
IMPORTANTE
Senhores pais e responsáveis exijam que na escola de seus filhos tenha um PSICOPEDAGOGO(A) , não caiam na conversa deles de que um PEDAGOGO(A) e/ou um PSICÓLOGO(A) fazem a mesma função, isso não é verdade.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
PROJETOS PARA SEREM APLICADOS COM OS PROFESSORES
- O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM: O DESENVOLVIMENTO DA COMPETÊNCIA METALINGUÍSTICA
OBJETIVO GERAL: Compreender alguns dos principais estudos teóricos relacionados ao processo de aquisição/aprendizado da linguagem e a sua importância para o ensino da língua materna.
- O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM: A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO LINGUÍSTICA PARA O PROFESSOR
OBJETIVO GERAL: Identificar consequências de uma má formação linguística relacionados a aquisição.
PROJETOS PARA SEREM APLICADOS COM A FAMÍLIA E ESCOLA
- PARCERIA – FAMÍLIA / ESCOLA
OBJETIVO GERAL: Prevenir as dificuldades de aprendizagem, referentes tanto à melhoria da qualidade de ensino/ aprendizagem, quanto ao que diz respeito à outros problemas da dinâmica escolar no âmbito relacional, como relação professor/aluno, professor/gestor, escola/família.
- UM OLHAR SOBRE MIM
OBJETIVO GERAL: Contribuir para o crescimento pessoal, na construção do indivíduo no qual o aprendente irá espelhar-se.
PROJETOS PARA SEREM APLICADOS COM OS ALUNOS
- GÊNEROS TEXTUAIS E CONSTRUÇÃO DE SENTIDO NA LEITURA/ COMPREENSÃO DE TEXTOS.
OBJETIVO GERAL : Minimizar as dificuldades relacionadas à leitura, bem como propiciar aos alunos o interesse pelo hábito de ler e identificar a estrutura de gêneros textuais.
- PRECONCEITO LINGUÍSTICO
OBJETIVO GERAL: Minimizar as dificuldades criadas pelos mitos da gramática normativa, relacionada ao uso da linguagem.
- A LEITURA COMO FERRAMENTA DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL
OBJETIVO GERAL: Minimizar as dificuldades relacionadas à leitura, bem como propiciar aos alunos interesse pelo hábito de ler textos do tipo expositivo e /ou argumentativo.
- COMPREENDENDO OS SEGREDOS DO TEXTO LITERÁRIO
OBJETIVO GERAL: Contribuir com a minimização de dificuldades apresentadas pelos alunos relacionadas à leitura de textos literários, explorando as características dos mesmos.
- CULTURA NORDESTINA – LITERATURA DE CORDEL
OBJETIVO GERAL: Reconhecer a importância da literatura de cordel enquanto patrimônio histórico e cultural do povo nordestino e brasileiro.
- DE CONTO EM CONTO: UMA VIAGEM PELOS GÊNEROS NARRATIVOS
OBJETIVO GERAL: Minimizar as dificuldades relacionadas à identificação das particularidades dos principais gêneros narrativos.
- A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA CONSTRUÇÃO DOS ARGUMENTOS NAS REDAÇÕES.
OBJETIVO GERAL: Estimular a prática de leitura para a construção de argumentos nos textos redacionais.
- (ESPANHOL) Falsos amigos: um desafio a leitura e interpretação
OBJETIVO GERAL: Minimizar os problemas relacionados à compreensão de textos nos quais haja falsos cognatos.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
O psicopedagogo na empresa
A respeito da psicopedagogia institucional, podemos afirmar
que já existem experiências de atuação psicopedagógica em
empresas, hospitais, escolas, creches e organizações
assistenciais .
Mas, qual é o papel do psicopedagogo numa empresa, por exemplo?
O psicopedagogo , nesse contexto, atua no processo de construção do conhecimento da própria instituição , uma vez que a empresa mantém vínculos de ensino/aprendizagem com seus funcionários, formando sujeitos que constroem conhecimentos a partir da realidade e necessidades da organização grupal onde estão inseridos.
Stewart (1998 apud BEYER, 2003) define o processo de aprendizagem organizacional como uma continuação do processo individual, caracterizando-a como:
[...] capacidade de gerar novas idéias multiplicada pela capacidade de generálizá-las por toda a empresa. A aprendizagem organizacional corresponde, assim, à forma pela qual as organizações constroem, mantêm, melhoram e organizam o conhecimento e a rotina em torno de suas atividades e culturas, a fim de utilizar as aptidões e habilidades de sua força de trabalho de modo cada vez mais eficiente.
Stewart (1998 apud BEYER, 2003) define o processo de aprendizagem organizacional como uma continuação do processo individual, caracterizando-a como:
[...] capacidade de gerar novas idéias multiplicada pela capacidade de generálizá-las por toda a empresa. A aprendizagem organizacional corresponde, assim, à forma pela qual as organizações constroem, mantêm, melhoram e organizam o conhecimento e a rotina em torno de suas atividades e culturas, a fim de utilizar as aptidões e habilidades de sua força de trabalho de modo cada vez mais eficiente.
Diante disso, podemos dizer que o papel de um psicopedagogo na empresa é:
· Ampliar formas de treinamento, resgatando a visão do todo;
· Avaliar ações referentes à aprendizagem do sujeito no contexto grupal;
· Resgatar as múltiplas inteligências, promovendo os conhecimentos de cada funcionário, somá-los e criar um ambiente completo;
· Trabalhar a criatividade e os diferentes caminhos para buscar saídas, desenvolvendo a imaginação;
· Possibilitar uma saudável relação interpessoal, respeitando as diferenças;
· Atuar, junto ao profissional de RH, avaliando a aprendizagem, favorecendo a qualidade nos processos de recrutamento, seleção e organização de pessoal;
· Elaborar manuais e informativos;
· Criar programas de satisfação do cliente.
· Favorecer mudanças de atitudes, ressaltando a importância de ouvir o outro, uma vez que cada pessoa pode contribuir na solução de problemas na empresa.
Diante do que foi exposto, afirmamos que o trabalho psicopedagógico, através de dinâmicas de grupo, palestras e projetos, pode minimizar as dificuldades presentes na empresa, propiciando uma mudança significativa de atitudes.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O encanto da linguagem verbal
Nenhuma outra espécie teve a capacidade de converter seu sistema de comunicação em veículo de pensamentos, opiniões e informações sistematizadas mediante uso da linguagem verbal. Apenas o ser humano tem essa habilidade, por causa de sua criatividade. É verdade que, através da linguagem, o homem pôde desprender-se de seu meio imediato, tomou consciência de coisas não acessíveis aos seus sentidos, desenvolveu e transmitiu toda cultura.
O linguista Hjelmslev disse (apud CHAUÍ,1999, p. 137):
a linguagem é inseparável do homem, segue-o em todos os seus atos”, sendo “o instrumento graças ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emoções, seus esforços, sua vontade e seus atos, o instrumento graças ao qual ele influencia e é influenciado, a base mais profunda da sociedade humana.
Durante muito tempo a Filosofia preocupou-se em investigar as causas e origens da linguagem, e esses estudos remontam à Grécia antiga. Nesse contexto, era estudada a estrutura do enunciado para poder se chegar ao juízo.
É nesse período que surge uma questão que ainda é bastante discutida em nosso tempo: Seria a linguagem um aspecto natural do ser humano (existe por natureza) ou ela é uma convenção social?
Sobre isso, surgem argumentos de que a linguagem seja algo natural e também um fator convencional. É natural porque os humanos nascem com uma aparelhagem física que lhes permite utilizar da palavra; todavia as línguas são convencionais, pois surgem de condições históricas e sociais, e esses aspectos influenciam as produções linguísticas dos falantes.
Alguns estudos sobre origem da linguagem na espécie humana mostram que a imitação foi fundamental (os seres humanos imitavam os sons da natureza e a partir daí, construíam palavras), da necessidade e das emoções, particularmente do grito (medo, surpresa ou alegria), do choro (dor, medo, compaixão) e do riso (prazer, bem-estar, felicidade).
Os estudos sobre a linguagem verbal tomaram caráter científico através da lingüística, em meados do século XIX.
Referências
Referências
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 12ª edição. Ática. São Paulo, 1999.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Psicopedagogia: promovendo parceria entre família e escola
Para que o psicopedagogo possa intervir de maneira satisfatória na escola , é necessário construir uma relação de parceria, buscando conhecimentos relativos à uma proposta de aproximação com a família dos aprendentes , para estabelecer compromissos que possibilitem a minimização do fracasso escolar. Segundo PIAGET (1972):
Uma ligação estreita e continuada entre os professores e os pais leva pois a muita coisa , mais que a uma informação mútua: este intercâmbio acaba resultando em ajuda recíproca e, freqüentemente, em aperfeiçoamento real dos métodos. Ao aproximar a escola da vida ou das preocupações profissionais dos pais, e ao proporcionar, reciprocamente, aos pais um interesse pelas coisas da escola, chega-se até mesmo a uma divisão de responsabilidades.
Defendemos a ideia de integrar escola, família e comunidade para garantir um ensino de qualidade, com base na formação de valores, cidadania e qualidade de vida.
É preciso que a família cumpra também o seu papel, participando da vida escolar das crianças, não deixando o compromisso educacional apenas para a escola, mas caminhem juntas a fim de obter as mesmas perspectivas.
Diante do exposto, o trabalho psicopedagógico tem muito a contribuir para aperfeiçoar as possibilidades da escola. Essa colaboração pode configurar-se como prevenção das dificuldades de aprendizagem, referentes tanto à melhoria da qualidade de ensino/ aprendizagem, quanto ao que diz respeito à outros problemas da dinâmica escolar no âmbito relacional, como relação professor/aluno, professor/gestor, escola/família. Numa instituição social, as dificuldades nela encontradas não devem ser de responsabilidade de uma só pessoa ou só de um grupo, mas de todos que dela fazem parte, direta ou indiretamente.
Referências
1. BOSSA, Nádia. A psicopedagogia no Brasil. Contribuições a partir da prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
2. PIAGET, J. Para onde vai a educação. José Olympio ed. 15a edição. Rio de Janeiro, 1972/2000.
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